Vegetação Nativa Projeto de Pesquisa-Resultados das espécies

Resultados

O levantamento flora arbórea/arbustiva do município de Portão resultou na identificação de 106 espécies vegetais pertencentes à 40 família botânicas (Tabela 2). As famílias com maior riqueza específica foram Myrtaceae (13 espécies), Fabaceae (9 spp.), Euphorbiaceae (8 spp.) e Lauraceae (6 spp.) (Figura 1).

Do total de espécies encontradas, 56 foram consideradas de ocorrência comum nas florestas amostradas, 29 ocasionais e 21 pouco frequentes. As espécies mais comuns encontradas nas florestas do município foram: Alchornea triplinervia (tanheiro), Allophylus edulis (chal-chal), Cabralea canjerana (canjerana), Campomanesia xanthocarpa (guabiroba), Casearia sylvestris (chá-de-bugre), Cecropia pachystachya (embaúba), Cedrela fissilis (cedro-branco), Cordia trichotoma (louro-pardo), Cupania vernalis (camboatá-vermelho), Enterolobium contortisiliquum (timbaúva), Erythroxylum argentinum (cocão), Eugenia hiemalis (guamirim), Eugenia rostrifolia (batinga), Guapira opposita (maria-mole), Jacaranda micrantha (caroba), Luehea divaricata (açoita-cavalo), Matayba elaeagnoides (camboatá-branco), Mimosa bimucronata (maricá), Myrocarpus frondosus (cabreúva), Myrsine coriacea (capororoca), Myrsine lorentziana (capororoca), Myrsine umbellata (capororocão), Nectandra megapotamica (canela-merda), Nectandra oppositifolia (canela-amarela), Ocotea puberula (canela-guaicá), Ocotea pulchella (canela-lajeana), Parapiptadenia rigida (angico), Roupala brasiliensis (carvalho-brasileiro), Sapium glandulosum (pau-de-leite), Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha), Sebastiania commersoniana (branquilho), Syagrus romanzoffiana (jerivá), Trema micrantha (grandiúva), Zanthoxylum caribaeum (mamica-de-cadela) e  Zanthoxylum rhoifolium (mamica-de-cadela).

Um pensamento sobre “Vegetação Nativa Projeto de Pesquisa-Resultados das espécies

  1. Este Projeto foi Coordenado pela Professora e Educadora Ambiental Marisa Braga, por Daiandra Brocker e Marcos Maurer. Surgiu a oportunidade dentro do Projeto Peixe Dourado do Comitesinos e teve como corpo técnico o Professor Tiago Closs de Marchi e alunos da área da Botânica da Biologia da UNISINOS. A exsicata encontra-se no laboratório do Parque Imperatriz em São Leopoldo.

Os comentários estão desativados.